eu acabei de descobrir (depois de várias experiências, though) que as pessoas não se sentem confortáveis com conversas sobre psicoses, depressões e doenças psiquiátricas do gênero, quando se fala cruamente sobre tais, sem pieguices ou muito menos jokes.
São tão divertidos/interessantes (os assuntos)! E... É como qualquer outra doença, oras. A minha colega, i.e., tem plaquetas-alguma-coisa-ao-contrário-de-leucemia-não-tumor (acho que é policitemia - salve wikipédia) e sempre fala da tal doença e nós da fileira da frente ouvimos, curiosos. Agora, se tu começa a falar "Ah, eu tenho depressão blábláblá" o pessoal já faz uma cara de "Droga, por que fui perguntar?"/"Quero mudar de assunto"/"Hm. Droga. O que dizer?" e similares. É engraçado, e eu adoro utilizar isso para intimidar os outros. Porra, se fosse algo que eu não quisesse comentar ou me deixasse chateada, eu não teria dito nada in the first place!
E também adoro incluir a palavra psicose ou outra que contenha "psiq" em frases. Ou agir estranhamente, sem muitas justificações e puramente verdadeira. Essas coisas deixam a vida muito mais divertida, lol. Ah, e o professor psicótico (!) de geografia falando para meus amigos ali terem relações, perguntando se poderia assistir e dizendo que tinha que ser com acessórios também foi so much fun.
Ah, diabos, e depois ainda alguém lá de trás foi perguntar uma coisa e ele "Não, peraí colega, agora estamos discutindo sobre a vida sexual dos colegas aqui da frente", ela: "ah... tá." e ele "não, não. just kidding! hahhahahah".
"tree!"
5 de maio de 2008
e não é que...
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